3 de junho de 2011

Pra onde vai o transporte em nossas cidades?


Com o crédito mais fácil para comprar carros e motocicletas o que se viu foi uma inundação desses veículos nas ruas brasileiras. Esse é um debate atual na sociedade brasileira que envolve a mobilidade urbana, e recentemente o Instituto de Pesquisa Economica Aplicada divulgou um comunicado onde afirma que o transporte público perdeu espaço para o individual.Para ler o comunicado na integra clique aqui. 

Até mais.


Minhas disciplinas problemáticas na UFS

Recentemente estive pensando nos problemas enfrentados no curso de Economia da UFS.Mesmo sendo da minha visão pessoal, alguns das disciplinas que listarei com certeza também foram deficitárias em aprendizado para outros alunos durante esses últimos anos.
Então resolvi analisar a parte das disciplinas que achei que ficaram a baixo da média.A classificação de "matérias problemáticas" teve os seguintes aspectos ponderados:
a)Número de faltas dos professores.
b)Se todo o conteúdo foi dado.
c)Se houve realmente uma avaliação séria.

Sendo assim pude incluir as seguintes matérias no rol das disciplinas "ruins" :
1.Economia Matemática I
2.Economia Matemática II
3.Introdução a Econometria
4.Econometria II
5.Mercado de Capitais
6.Métodos de pesquisa em economia
7.Elaboração e Análise de Projetos

Alguém incluiria mais alguma? Dessa maneira essas sete disciplinas contam 28 créditos ou 15 % dos créditos do curso (excluindo a monografia).Então é muita coisa...pra tirar esse atraso só estudando muito por conta própria! E assim caminha a humanidade...

Até mais
PS. Só pra fechar, ainda houve uma optativa que peguei.Essa foi "Espanhol Instrumental",simplesmente o professor peruano faltou à metade das aulas!

Últimas notícias #2

. Mudei meu tema de monografia para Indústria exportadora de calçados.Inclusive já tive bons andamentos na preparação do pré=projeto.
. Tirei ótimas notas nas primeiras provas das outras disciplinas.
. Vou retomar a leitura do livro "Desenvolvimento como liberdade" de Amartya Sen.
. Estou planejando entrar na organização do evento "Agosto do Economista", realizado pelo Centro Acadêmico.
.Em breve vou começar a escrever pequenos textos com análises sobre a economia sergipana. Vou me arriscar!rsrsrs.

Até mais

22 de maio de 2011

Novos carros para novos consumidores

        Foto: Hyundia I30 hatch médio mais vendido do Brasil.
     
Algo perceptível nas ruas das cidades brasileiras é demonstrado nessa reportagem do site Exame.Aumento da concorrência sempre leva mais benefícios aos consumidores,possivelmente preços mais  baixos e neste caso maior variedade de modelos automotivos.Marcas como Peugeot, Renault, Hyundai, Toyota, Citröen ganham cada dia mais participação no mercado automobilístico brasileiro.
Bom para os consumidores, bom para o Brasil que vê sua mercado automobilística se movimentando com entrada de novos participantes, e até mesmo com novos investimentos em construção de fábricas e ampliação das já existentes.Mais detalhes encontra-se na reportagem.Até mais.

Um salve à Celso Furtado!

      
       Acompanhe essa entrevista com o genial economista brasileiro Celso Furtado (1920-2004). Celso foi  o economista que mais me chamou atenção durante a graduação, pois ele foi um brilhante economista com suas idéias que tinham profundidade e originalidade.
       Celso Furtado durante muito tempo colaborou com formulação de políticas publicas que ajudasse ao Brasil a superar o subdesenvolvimento.Foi ministro de Estado duas vezes: no Governo João Goulart, e mais posteriormente no Governo Sarney.Participou ativamente da criação da SUDENE e das primeiras tentativas de mudar o destino "trágico" que estava reservado a região Nordeste (Celso era paraibano).
       Tenho aqui em casa o livro mais conhecido deste economista : Formação Econômica do Brasil (1959), onde ele fez uma brilhante análise do processo de inserção da economia brasileira dentro dos contextos históricos da economia mundial em que o Brasil esteve envolvido.Tenho aqui em casa também um ótimo livro chamado A atualidade do pensamento de Celso Furtado, organizado por Marcos Costa Lima e Maurício Dias David.Este último com capítulos escritos por vários cientistas sociais e economistas analisando o pensamento político,econômico e o Nordeste Brasileiro sob a perspectiva de Furtado.
     É isso, recomendo principalmente meus colegas estudantes de Economia a conhecerem mais a fundo à obra de Celso Furtado.Aproveite também para ver as outras duas partes da entrevista de Furtado. Até mais.

Para mais informações sobre Celso Furtado, clique aqui.

     

7 de maio de 2011

Cliometria. O que é isso?

"Definição do conjunto de estudos e pesquisas sobre história que se utiliza da econometria.A denominação vem de Clio, a deusa inspiradora dos estudos do passado e suas medições quantitativas. Foi iniciada por economistas americanos durante os anos 60 e 70 em pesquisa sobre o papel que as ferrovias tiveram no desenvolvimento dos Estados Unidos no século XIX.Existem controvérsias sobre a denominação da disciplina, alguns preferindo História Econométrica, História Quantitativa ou Nova História Econômica." (Sandroni,Paulo. Novissímo Dicionário de Economia,2006)

Uma boa referência para o assunto no Brasil é o economista Leonardo Monastério.O link "para a cliometria" no blog dele vai abaixo:

Até mais

Porque tantos políticos são graduados em Economia?


Aécio Neves, Eduardo Suplicy, Aloisio Mercadante, Fernando Pimentel, Francisco Dornelles, Yeda Cruzius, João Henrique Carneiro, Cristovam Buarque, Henrique Meirelles, Cesar Maia, etc. Parece ser um caminho interessante, dadas a relações de custo-benefício...
Até mais.

Nova Classe Média

A tão propalada Nova Classe Média atualmente é objeto de estudo incessante. Talvez o mais pesquisador nessa área aqui no Brasil seja o economista Marcelo Néri, da FGV.Recentemente o próprio deu uma entrevista coletiva para imprensa divulgando os resultados das pesquisas realizadas pelo Centro de Pesquisa Social da Fundação Getúlio Vargas.Aqui nesse link você pode conferir em detalhes mais informações sobre essas recentes mudanças na estrutura social brasileira. Até mais.